Laboratório de Agentes Bioterapeuticos

O principal foco de nossas pesquisas é o estudo e desenvolvimento de agentes bioterapêuticos, que englobam probióticos, prebióticos, simbióticos, moléculas com funções biológicas, como o Selênio, em desordens principalmente gastrointestinais, mas também em outros distúrbios, como artrite, asma, dermatite atópica, e no ecossistema vaginal. Nosso grupo foca não apenas no desenvolvimento e estudo desses agentes, mas também em seus mecanismos de ação, com ênfase em imunomodulação, efeito barreira, modificação de microbiota, em estresse oxidativo, dentre outros. Nas últimas décadas, muita atenção tem sido dada à modulação da microbiota intestinal normal não somente por adjuvantes microbianos vivos chamados de probióticos (micro-organismos vivos que quando ingeridos em quantidade suficiente conferem um benefício à saúde do hospedeiro), mas também por prebióticos (ingredientes nutricionais não digeríveis que afetam beneficamente o hospedeiro estimulando seletivamente o crescimento e atividade de uma ou mais bactérias benéficas do cólon, como as bifidobactérias, melhorando a saúde do seu hospedeiro, principalmente via produção de ácidos graxos de cadeia cruta, como o butirato, acetato e propionato) e simbióticos (uma combinação de probióticos e simbióticos), além de leveduras enriquecidas com selênio (convertido na forma de seleno-metionina), dentre outros, como vacinas probióticas. O interesse no uso destes agentes bioterapêuticos tem aumentado nesses últimos anos com o propósito de prevenção ou tratamento de um grande número de desordens, principalmente gastrointestinais. A grande vantagem da terapia com esses agentes é a ausência de efeitos secundários, como a seleção de bactérias resistentes, já que os mecanismos benéficos destes micro-organismos (no caso dos probióticos) são basicamente os mesmos da microbiota normal do corpo humano. O que se faz neste caso é a utilização, em grande quantidade, daqueles que possuem eficácia comprovada, podendo ser constituintes normais da microbiota, como é o caso das bifidobactérias e dos lactobacilos, ou não, como a levedura Saccharomyces boulardi, ou via utilização de prebióticos e simbióticos.
No intuito de desenvolver novas linhagens de leveduras de origem brasileira com efeitos probióticos comprovados, nosso grupo vem focando, principalmente, em estudos com a levedura Saccharomyces cerevisiae UFMG A-905, além do enriquecimento dessa levedura com selênio. Essa nova linhagem poderá ser disponibilizadas para empresas nacionais interessadas num bioproduto probiótico que não depende de fontes externas, como é o caso com a S. boulardii, que é atualmente à única levedura disponível no mercado internacional (e nacional) com propriedades probióticas comprovadas em humanos.

Pesquisador Vinculado:
Prrof. Flaviano dos Santos Martins

Laboratório de Apoio Multiusuário

O Laboratório de Apoio Multiusuário, com 150 m2, Laboratório Prof. José de Noronha Peres, onde são ministradas aulas práticas, o qual sustenta também, parte das atividades experimentais das dissertações e teses, disponibilizando equipamentos como, máquinas de PCR, centrífugas de diferentes modelos, espectrofotômetro, fermentador, balanças, capela química e de fluxo laminar, autoclave, máquina de gelo, congeladores, geladeira e cinco computadores, duas impressoras, Citometria de Fluxo (Facscan), Cromatografia Líquida - HPLC, Vitek 2.1 (Sistema de Automação para Identificação e Antibiograma de Bactérias e Leveduras em amostras clínicas). Este Laboratório mantém-se disponível durante 24 horas por dia, com controle de acesso para discentes e docentes mediante o uso de biometria, além de contar com monitoramento por câmera de vídeo.

Laboratório de Biologia Celular de Microrganismos

O laboratório de Biologia Celular de Microrganismos (LBCM) tem como linha principal de pesquisa o estudo de mecanismos de regulação da tradução fungos patogênicos, bem como na relação microrganismo-hospedeiro, com ênfase em Paracoccidioides brasiliensis, Cryptococcus gattii e C. neoformans. Tem como objetivos especificos:

1) Estudar a estrutura e função de fatores de início de tradução eucarióticos (eIFs);
2) Estudar a estrutura e função das quinases de eIFs;
3) Caracterização das vias de regulação da tradução nos patógenos e durante a infecção in vivo e in vitro;
4) Estabelecimento de novos modelos para estudo da regulação traducional durante a infecção por fungos patogênicos.

Pesquisadores vinculados:
Profa. Viviane Alves Gouveia (Chefe de Laboratório)
Profa. Fátima Soares Motta Noronha

Laboratório de Biologia Molecular de Microrganismos

Há dois grupos no Laboratório de Biologia Molecular de Microganismos. O grupo de Biologia de Microganismos desenvolve projetos em duas linhas de pesquisa: 1) 'Determinantes fisiológicos e genéticos de patogenicidade e resistência a drogas' - visa estudar mecanismos de resistência a drogas e de patogenicidade (fatores de virulência), em duas sublinhas: a) engloba projetos relacionados a bactérias: Aggregatibacter actinomycetemcomitans (periodonto-patógeno, desenvolvimento de modelo de infecção experimental em camundongos para periodontite), Staphylococcus e Pseudomonas (patógenos nosocomiais, determinação de MIC e caracterização molecular). b) engloba projetos desenvolvidos em fungos patogênicos (Paracoccidioides brasiliensis, Cryptococcus neoformans e C. gatii, Sporothrix schenckii , determinação de MIC, seleção de resistentes, novos antifúngicos, e desenvolvimento de modelos experimentais) e com Saccharomyces cerevisiae (interesse biotecnológico). 2) 'Caracterização molecular de microrganismos' - visa desenvolver metodologias aplicáveis à caracterização e tipagem de grupos microbianos, por meio de abordagens moleculares, empregando técnicas como a PCR com iniciadores aleatórios (RAPD) ou específicos, análises de polimorfismos de tamanho de fragmentos de restrição (RFLP), seqüenciamento de porções gênicas, e cariotipagem por eletroforese de pulsos alternados (PFGE) com mapeamento de genes (hibridização) e caracterização de elementos genéticos móveis, DNA transposons e retrotransposons, principalmente no genoma de P. brasiliensis. O segundo grupo, denominado de Interações Microrganismo - Hospedeiro (IMHO) e liderado pela Dr.a Danielle da Gloria de Souza desenvolve projetos em linhas de pesquisas que buscam compreender os mecanismos subjacentes aos fenômenos inflamatórios e a importância destes fenômenos para função dos tecidos em vários modelos experimentais, sendo majoritário o desenvolvimento de modelo da Dengue e estudo de diferentes aspectos da resposta inflamatória desencadeada pelo agente viral.

Pesquisadores vinculados:
Profa. Patrícia Silva Cisalpino (Chefe do Laboratório)
Profa. Elizabeth Espangler Andrade Moreira
Profa. Sueli Diniz Lima
Profa. Daniele da Gloria De Souza

Laboratório de Ecologia e Fisiologia de Microrganismos (LEFM)

Linha de pesquisa: estudo da ecologia microbiana de superfícies e mucosas do homem e de animais na saúde e na doença em termos de composição, funções e modulação. Objetivos específicos: 1) avaliar os equilíbrios microbianos nos ecossistemas associados (superfície cutânea, mucosa digestiva, mucosa vaginal) em condições de eubiose ou disbiose; 2) determinar as funções ou influências dos componentes microbianos desses ecossistemas no quadro das inter-relações com o hospedeiro (funções de proteção ecológica, imunomodulação e contribuição nutricional ou atividades patogênicas); 3) desenvolver métodos de intervenção na instalação, no equilíbrio e nas funções dos componentes microbianos em benefício do hospedeiro (probióticos e prebióticos). Metodologia: técnicas clássicas de microbiologia (em particular uso de duas câmaras anaeróbicas), técnicas de biologia molecular (PCR, DGGE), uso de modelo animal isento de germes (germ-free) ou gnotobiótico. Colaborações nacionais: microbiologistas (Profs DMM Queiroz, EN Mendes, PP Magalhães), imunologistas (Prof MM Teixeira, LCC Afonso, LQ Vieira), nutricionista (Profa JIA Leite), fisiologistas microbianos (Profs RL Brandão, IM Castro), veterinários (Profs. AL Oliveira, MMOP Cerqueira, MR Souza), patologistas (Prof RME Arantes, DC Carmona), pediatras (Profs FJ Penna, LA Péret, PP Figueiredo). Colaborações internacionais: Dra D Czerucka (Université de Nice, França), Dr FJ Gatesoupe (IFREMER, Brest, França), Dr. M Fons (Université de Marseille, França), Dr. G Vinderola (Universidade Santa Fé, Argentina), Dr. Martinez-Gómez, INT, México). Pesquisas encomendadas internacionais: Merck, Sharp       Dohme (USA), Mead Johnson Nutritionals (USA), Christian Hansen (Dinamarca), Biocodex (França). Pesquisas encomendadas nacionais: Merck S.A. (Rio de Janeiro), Geyer Medicamentos (Porto Alegre); Queiroz Galvão Alimentos S.A. (Natal). Repercussões principais: obtenção de informações de interesse para imunologistas, parasitologistas, pediatras, gastroenterologistas, ginecologistas, dermatologistas e veterinários e desenvolvimento de processos e produtos biotecnológicos.

Pesquisadores vinculados:
Prof. Jacques Robert Nicoli (Chefe do Laboratório)
Profa. Sílvia Beleza De Moura
Profa. Elizabeth Neumann

Laboratório de Mecanismos de Infecções Fúngicas

No Laboratório são desenvolvidos trabalhos relacionados com o desenvolvimento de estrategias biotecnológicas visando utilizar:

1 ) Nanoestruturas de carbono como agentes de controle de infecções fúngicas em plantas.

2) Nanoestruturas de carbono como suporte para imobilização enzimática para a produção de biodiesel
3) Nanoestruturas de carbono na construção de dispositivos para biorremediação
4) Sensores para detecção de microrganismos de interesse médico, agronômico e industrial.
5) Padrões de nanopartículas para aferição e validação de testes toxicológicos

6) Líquens como biomarcadores para nanopartículas.

Pesquisador vinculado:
Prof. Ary Corrêa Junior (Chefe do Laboratório)

Laboratório de Micologia

O Laboratório de Micologia atua nas principais linhas de pesquisa:
'Epidemiologia, diagnóstico, tipagem molecular e perfil de susceptibilidade aos antifúngicos de fungos causadores de micoses em humanos;
'Avaliação de novas substâncias com atividade antifúngica;
'Determinantes fisiológicos e genéticos de patogenicidade e resistência aos antifúngicos;
'Mecanismos de resposta do hospedeiro desencadeada por fungos patogênicos.

O uso de técnicas de biologia molecular tais como, RAPD, PCR-RFLP e PFGE visa:
1.a identificação rápida e precisa de espécies de bolores e leveduras, 
2.o conhecimento das interações taxonômicas entre as mesmas, 
3.a caracterização do polimorfismo genético de populações fúngicas, 
4.possibilitar um diagnóstico rápido e seguro e o controle das infecções causadas pelos fungos e 
5.a formação de recursos humanos a nível de graduação e pós-graduação. A deteminação do perfil de susceptibilidade a drogas antifúngicas, visa uma melhor eficácia na do tratamento das doenças fúngicas. 

Os alunos do laboratório desenvolvem trabalhos de iniciação científica, dissertações e teses pela utilização de testes fenotípicos, moleculares e imunológicos para avaliação de novos compostos antifúngicos e para avaliação da resposta de modelos animais frente aos fungos dermatófitos, fungos demáceos, Candida spp., Cryptococcus spp. e Paracoccidioides spp.
O Laboratório de Micologia conta, no momento, com dois docentes:

Pesquisadores Vinculados: 
Profa. Maria Aparecida de Resende Stoianoff (Chefe do Laboratório)
Prof. Daniel de Assis Santos

Laboratório de Microbiologia Aplicada

O Laboratório de Microbiologia Aplicada inclui dois grupos de trabalho, que atuam nas áreas de Biotecnologia Ambiental, Microbiologia Industrial, Médica e de Alimentos. O grupo de 'Biotecnologia ambiental e Industrial' desenvolve estudos voltados para o entendimento da função dos micro-organismos em processos biológicos naturais e artificiais, em termos de sua diversidade funcional, bioquímica e genética, visando a sua aplicação em projetos de biorremediação, com ênfase na biodegradação de fenóis, hidrocarbonetos aromáticos e alifáticos; desenvolvimento da tecnologia de agentes biossurfactantes e de-emulsificantes; controle de biofilmes em sistemas industriais; além do desenvolvimento de novos produtos, como etanol, enzimas lípases e biossurfactantes, a partir de co-produtos industriais. O grupo de trabalho coordenado pela professora Regina Maria Nardi Drummond desenvolve estudos inseridos em dois grupos de pesquisa: 'Ecologia e Fisiologia de Micro-organismos' e 'Infecções cérvico-vaginais e do trato urinário'. No primeiro grupo priorizamos pesquisas com ênfase nos seguintes temas: estudo da diversidade de Bactérias do Ácido Láctico (BAL) em ecossistemas gastrintestinal, vaginal e em alimentos naturalmente fermentados; potencial probiótico de BAL e de Bacillus spp., incluindo o estudo dos mecanismos de ação in vitro e in vivo; purificação, caracterização química e molecular de substâncias antimicrobianas incluindo bacteriocinas e biossurfactantes produzidas por BAL e por Bacillus spp.. No segundo grupo pesquisamos o potencial probiótico de Lactobacillus crispatus e os mecanismos moleculares de resistência a quinolonas em Escherichia coli.

Pesquisadores vinculados:
Profa. Regina Maria Nardi Drummond (Chefe do Laboratório)
Profa Vera Lúcia dos Santos

Laboratório de Microbiologia Oral e Anaeróbios

No Laboratório de Microbiologia Oral e Anaeróbios são desenvolvidos projetos que abordam aspectos ecológicos, fisiológicos, genéticos e relacionados à virulência de bactérias aeróbias, anaeróbias facultativas e anaeróbias obrigatórias, em especial, de microrganismos de relevância clínica. Os estudos abordam os seguintes temas:
1)Microrganismos associados à etiopatogenia de infecções orais e odontogênicas: prevalência e caracterização, em especial, suscetibilidade a drogas antimicrobianas.
2)Atividade antibacteriana, principalmente, antagonismo decorrente da expressão de bacteriocinas: caracterização bioquímica e genética das substâncias.
3)Bactérias clinicamente relevantes recuperadas de pacientes com infecções associadas a Serviços de Saúde: prevalência, virulência, tolerância a estresse ambiental, resistência a drogas antimicrobianas e diversidade genética, bem como respostas sistêmicas do hospedeiro.
4)Formação de biofilme em materiais cirúrgicos após exposição a matéria orgânica e inorgânica durante procedimentos cirúrgicos e em condições experimentais.
5)Microrganismos associados ao ambiente nosocomial e gerenciamento de resíduos.
6)Alterações do proteoma induzidas por adversidades ambientais, com reflexo no potencial agressor bacteriano.
7)Atividades biológicas e farmacológicas de produtos naturais e sintéticos para tratamento de pacientes com doenças infecciosas emergentes.
8)Bactérias diarreiogênicas: prevalência, suscetibilidade a drogas antimicrobianas e caracterização genética.

Pesquisadores vinculados:
Prof. Luiz de Macêdo Farias (Chefe do Laboratório)
Profa. Paula Prazeres Magalhães
Profa. Simone Gonçalves dos Santos

Laboratório de Sistematica de Biomoleculas de Fungos

No Laboratório de Sistemática e Biomoléculas de Fungos (LSBF) são desenvolvidos trabalhos relacionados à taxonomia molecular e morfológica, diversidade, ecologia e relações filogenéticas de fungos presentes em ecossistemas tropicais do Brasil e extremos da Antártica. Além disso, todos os fungos obtidos destes ecossistemas são estudados quanto a capacidade de produzir biomoléculas protótipos para o desenvolvimento de novos fármacos. Os trabalhos executados no LSPF têm como alvos:

1) Fungos endofíticos associados à diferentes plantas presentes em ecossistemas brasileiros;
2) Fungos presentes em diferentes substratos de ecossistemas da Antártica;
3) Biomoléculas fúngicas ativas contra bactérias, fungos, vírus, células tumorais humanas e parasitas dos gêneros Leishmania (leishmaniose) Trypanosoma (doença de Chagas).

Pesquisadores vinculados:
Prof. Luiz Henrique Rosa (Chefe de Laboratorio)
Profa. Susana Johann

Laboratório de Taxomomia, Biodversidade e Biotecnologia de Fungos

NNo Laboratório são desenvolvidos trabalhos relacionados com a ecologia,
taxonomia e utilização biotecnológica de leveduras e fungos filamentosos. Neste
sentido, os trabalhos têm enfoque nos seguintes aspectos:
1 ) Caracterizar a biodiversidade de leveduras associadas a plantas, insetos e
ecossistemas aquáticos do Brasil e de outros paises da América do Sul;
2) Estudar a diversidade de leveduras e fungos filamentosos no Ecossistema
Antártico
3) Selecionar leveduras iniciadoras capazes de produzir bebidas tradicionais feitas por fermentação.
4) Selecionar leveduras da biodiversidade brasileira capazes de fermentar
hidrolisados lignocelulolíticos visando a produção de etanol de segunda geração.

Pesquisador vinculado:
Prof. Carlos Augusto Rosa (Chefe Do Laboratório)

Laboratório de Virologia Básica e Aplicada

O Laboratório de Virologia Básica e Aplicada (LVBA) desenvolve projetos voltados para o estudo dos vírus de importância clínica humana e veterinária, suas interações com o hospedeiro, metodologias de diagnóstico, controle e tratamento das infecções virais, com destaque para os Poxvírus, Flavivírus, Herpesvírus e Retrovírus. Os projetos atualmente em desenvolvimento no LVBA envolvem: Biologia Molecular e caracterização viral; Estudos de interação vírus-hospedeiro; Análise das respostas imunológicas induzidas durante as infecções; Desenvolvimento de métodos de diagnóstico e vacinas experimentais utilizando vetores virais recombinantes baseados no vírus vaccínia ankara modificado (MVA), nanocompostos e proteínas recombinantes quiméricas.

Pesquisadores vinculados:
Prof. Flavio Guimarães da Fonseca (Chefe do Laboratório)
Profa. Edel Figueiredo Barbosa Stancioli

Laboratório de Vírus

O Laboratório de Vírus localiza-se no Departamento de Microbiologia, no Bloco F4, sala 258, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais em Belo Horizonte, MG.

O Laboratório possui infra-estrutura para os trabalhos com vírus e com tecnologia de proteína recombinante para fins de diagnóstico, vacina e terapêutica. Têm em seu quadro quatro docentes, pós-doutores, doutorandos, mestrandos e alunos de iniciação científica. Têm em sua pesquisa atividades importantes nas linhas com Interferons, Poxvirus, Dengue vírus, Bunyavirus. 

O Grupo de Transdução de Sinal desenvolve suas atividades estudando os Mecanismos de respostas celulares desencadeados por vírus e citocinas.

O GEPVIG investiga a relação entre os vírus gigantes e seus hospedeiros: do nível molecular ao ecológico.

Pesquisadores vinculados:
Profa. Erna Gessien Kroon (Chefe do Laboratório)
Prof. Claudio Antônio Bonjardim
Prof. Paulo Cezar Peregrino Ferreira
Profa. Giliane de Souza Trindade
Prof. Jônatas Santos Abrahão
 

DEPARTAMENTO

Chefia: Profa. Edel Figueiredo Barbosa Stancioli
Vice-chefia: Prof. Luiz Henrique Rosa

LOCALIZAÇÃO

Departamento de Microbiologia - Instituto de Ciências Biológicas - UFMG
Av. Antônio Carlos, 6627 - Pampulha - C.P. 486 -
CEP 31270-901 - Belo Horizonte, MG

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